Cais do Valongo receberá quase R$ 2 milhões dos EUA

No Dia da Consciência Negra, uma ótimo notícia. O Cais do Valongo, Patrimônio Mundial da Humanidade, na Zona Portuária do Rio, receberá US$ 500 mil (quase R$ 2 milhões) em recursos do governo dos Estados Unidos. O monumento, reconhecido em julho de 2017 pela Unesco como o maior porto de africanos escravizados nas Américas, passará por obras de melhorias para que possa receber turistas nacionais e estrangeiros. Vejam mais detalhes na matéria publicado no jornal “O Globo”.[...] Leia mais

SEDE DE RAs NA ZONA NORTE PRECISA SER CONSERVADA

A sede das X e  XXIX Regiões Administrativas – Ramos e Complexo do Alemão – funciona em uma bela casa construída no estilo neocolonial. Sendo imóvel da Prefeitura, deveria ser tombado ou preservado, e estar bem conservado mantidas suas características originais. Infelizmente não é o que ocorre.

O imóvel está em mau estado e se deteriorando. A prefeitura deveria zelar pelo seu patrimônio, dando bom exemplo aos proprietários de bens culturais protegidos, cuja manutenção adequada é deles exigida.[...] Leia mais

Sobre os rumos do Patrimônio Histórico da Cidade, de Cláudio Prado de Mello

No último dia 25 de outubro foi realizada uma reunião para discutir os rumos do Patrimônio Histórico da Cidade no Conselho Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, tendo em vista a situação do patrimônio material da Cidade.

Nesta carta, o relato do arqueólogo Cláudio Prado de Mello sobre o encontro.

Urbe CaRioca

“Na data de 25 de outubro de 2017 realizou-se a Reunião do Conselho Municipal de Cultura convocada para o propósito de se discutir uma recomendação realizada por nós à Secretaria Municipal de Cultura. Essa recomendação apontava a situação delicada do Patrimônio material e edificado da Cidade, e sua sensibilidade frente ao tempo, às intempéries e, principalmente, a fragilidade frente aos danos causados em decorrência de grandes eventos em locais de alto significado histórico e arqueológico.[...] Leia mais

VENDO O RIO, VENDO APACs. TROCO POR CEPACs.

Este blog imaginava que, iniciando-se um novo governo municipal na cidade do Rio de Janeiro, as tentativas de cancelar Áreas de Proteção do Patrimônio Cultural, as APACs, retornassem. Não cria, entretanto, que fosse tão rapidente. Mas o foi, como está mostrado no post de quarta-feira: PRESSÃO PARA ACABAR COM AS APACs. DE NOVO.

Não é necessário produzir mais um Poeminha da Especulação Imobiliária. Vários dos escritos durante os oito anos do governo anterior continuam atuais, ao menos no que diz respeito ao patrimônio histórico e cultural, que pode estar, mais uma vez, ameaçado.[...] Leia mais

PRESSÃO PARA ACABAR COM AS APACS. DE NOVO.

APAC é a sigla para Área de Proteção do Ambiente Cultural.

As APACs existem em terras cariocas desde a década de 1980, quando foram editadas as leis que aprovaram o Projeto Corredor Cultural, para parte do Centro do Rio de Janeiro, e o Projeto SAGAS. O segundo foi assim chamado por ter preservado conjuntos de construções dos bairros da Saúde, Gamboa e Santo Cristo, vizinhos ao Centro da cidade e que abrangem a região portuária, a eles unida após a construção dos aterros que deram origem ao então novo porto do Rio de Janeiro, no início do século XX.[...] Leia mais

PEDIDO AO PREFEITO ELEITO: 3 – CINEMA LEBLON, TAMBÉM TARDE DEMAIS


Está na lista de pedidos ao prefeito eleito, em elaboração por este blog, o “des-destombamento” do Cinema Leblon. Parece que o pedido chegará tarde demais. Trecho de CINEMA LEBLON – MENOS LUZ NO LEBLON (Urbe CaRioca, 12/11/2016)
Abriu e fechou de novo. Foto: Urbe CaRioca, 08/julho/2014
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AINDA A “HORTA” NO CATETE: ESPAÇOS PÚBLICOS E ESPAÇOS DE PRODUÇÃO

Foto: Marcus Alves, 30/10/2016
O post =&0=& (08/11/2016) teve mais de 1000 visualizações até agora, com debate nas redes sociais impulsionado pelo artigo de Claudio Prado de Mello publicado algumas semanas antes – =&1=& (13/10).

Esse autor fez a montagem interessante que está nas imagens a seguir, chamada ESPAÇOS PÚBLICOS E ESPAÇOS DE PRODUÇÃO.

Imagens: Claudio Prado de Mello


Os defensores da intervenção realizada nos canteiros que ficam na calçada defronte ao Museu da República alegam, principalmente, que o espaço estava abandonado e que a iniciativa é positiva por ser colaborativa e vinda direta da população: “as áreas públicas são de todos”.[...] Leia mais

BANCO CENTRAL NA GAMBOA – OBRAS RECOMEÇAM E LEITOR INDAGA

 METROS QUADRADOS BORBULHAM, ou
A DONA DE CASA SABE MAIS
Outro exemplo prova que a lei não poderá ser aplicada:
o volume maior escapa dos limites do volume menor.
A dona de casa sabe o que os verEadores não sabem.
Ilustração: Nelson Polzin, 2012
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No dia 05 de junho de 2012 – este Urbe CaRiocarecém-criado – publicamos GABARITOS, SEMPRE ELES – A VEZ DO BANCO CENTRAL, post que teve muito boa repercussão.

O caso do estranho aumento de gabarito de altura para construir no terreno que fica no bairro da Gamboa, parte da Área de Proteção do Patrimônio Cultural conhecida por Projeto SAGAS, também foi tema de vários artigos no site de Sonia Rabello – A Sociedade em busca do seu Direito.
A postagem neste blog começava com os seguintes parágrafos:
As mudanças nas leis urbanísticas, aceleradas desde o início de 2009 e sempre para aumentar índices construtivos – v.O FUTURO DO RIO, OU… RIO ­DO FUTURO, seguem em ritmo frenético e sem descanso neste ano eleitoral.
Ainda sob o impacto do polêmico caso do Batalhão da PM na antiga Rua dos Barbonos, atual Rua Evaristo da Veiga, a Câmara de Vereadores aprovou aumento do gabarito de altura para construir no terreno do Banco Central, bairro da Gamboa, Zona Portuária do Rio de Janeiro. Volta ao Executivo, autor de mais uma proposta destinada a um único imóvel, ou ao seu titular, para necessária sanção.
Na época da publicação comentários de leitores davam conta de que, pelo menos, um grupo de moradores da vizinhança era contrário à construção do prédio bem mais alto, fora do padrão inicialmente estabelecido para o bairro e que, então, havia sido modificado – a maior – pela segunda vez!
As obras foram paralisadas e o tema não voltou mais à grande imprensa.
Agora, passados quatro anos, um leitor deste blog – que não se identificou – traz uma informação e faz uma pergunta.
“As obras recomeçaram e estão aumentando o prédio. Será que os moradores podem fazer algo? Talvez um abaixo assinado? Alguém pode me orientar?”
Ao leitor só podemos dizer que se a licença de obras foi concedida conforme a estranha lei aprovada por Prefeito e Vereadores, e tenha sido prorrogada dentro dos prazos regulamentares, pouco há o que fazer.
De qualquer modo, vale lembrar que daqui a menos de dois meses a cidade terá um novo Prefeito. Quem sabe esse ficará sensível às preocupações dos moradores em relação ao “Elefante na Gamboa” e possa rever o assunto?
Sugestões: (1) Procurar a Secretaria Municipal de Urbanismo e verificar se a licença de obras está válida. (2) Procurar a equipe de transição de governo e expor o assunto.

Urbe CaRioca

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